quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pó...

Neste lugar,
repousam restos...
Neste solo,
jazem despojos...
Quem?
Nobre,
já sem ventura...
Pobre,
livre da penúria...
Diferente vida,
mesmo destino,
diferente sorte,
mesma sina,
idêntico fim,
mesma morte...


07/02/2007
16h 15min

* Do livro "Poesia em tempo de guerra"

Um comentário:

Patrícia Castro disse...

No fim, tudo vira pó. No fim, ricos, pobres, brancos, negros, amarelos, ruivos, destros, canhotos, arianos, leoninos, carteiros, escritores, todos viraremos pó.