segunda-feira, 9 de março de 2009

Sob o luar

Os raios do luar descem embalados pela fria brisa da noite. Entram pela sacada e clareiam o chão, o quarto, a cama. Lá embaixo, parte da cidade dorme. Inspirado pela lua, invado o teu universo, lentamente. Pela manhã, a chuva lava as ruas, as janelas e as almas. Abro os olhos e vejo que ainda tenho a tua presença. Não penso em sair daqui tão cedo. Não me deixe acordar. A realidade poderia não ser assim, tão perfeita.
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