terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Bonança...

Ao ancorar minha nau
Em tuas calmas águas
Livrei-me da tempestade
Dos fortes ventos
Que rasgaram velas
Quebraram mastros
Assustaram marujos
Refugiei-me
Das borrascas mais intensas
Das ondas enormes
Do temporal mais duro
Ao aqui aportar
Vivi a bonança
Esqueci a descrença
Refiz a esperança
Em tua paz, revivo
Em teu ombro, repouso
Em tua boca me perco
Em teu regaço, descanso
Meu porto seguro...


14/12/2010
12h 55min

http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdeamor/2671378
Postar um comentário