segunda-feira, 7 de abril de 2014

domingo, 6 de abril de 2014

terça-feira, 1 de abril de 2014

Esboço...


No desenho da vida
Se rabisca, colore e borra
Mão segura pena
Cabeça sabe ou acha
Viver não é tela pronta
Respirar não é perfeição
Todo dia a obra muda
Toda noite a boca cala...
Insistir é grafite
Arrepender é borracha...

01/04/2014
12h 07min


http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4752616

segunda-feira, 31 de março de 2014

125 anos!!!!

 
A Torre Eiffel, símbolo de Paris desde a inauguração da Exposição Universal de 1889, completa 125 anos hoje, dia 31 de março!!!



Foto: Jefferson Dieckmann

Poder...?

 
*****
 
 

by Jefferson Dieckmann

domingo, 30 de março de 2014

AC/DC - Hells Bells (Live At River Plate 2009)





                                                            ...!



sexta-feira, 28 de março de 2014

3, 2, 1... Curitiba!


Desconfiança no olhar
De um povo confiante
Quatro estações
Num único dia
O tempo mudando
Nas flores da rua
Na boca maldita
Nas casas polacas...
Na praça do oriente
Meu coração confiando
No verde dos parques
No sorriso da gente
No nosso sotaque
No leitE quentE
Eu sempre lembrando
Da bela cidade
Dos muitos pinhões
Da felicidade
De rostos e corações
Fecho os olhos pensando
Que em um certo julho
Em seu colo aquecido
Você a mim acolheu
Hoje, anos depois
Sem medo afirmo
Sem ti, Curitiba
Eu não seria eu...

28/03/2014
20h 37min

29/03/2014 – Curitiba - 321 anos!

Para Curitiba, a minha humilde homenagem...


http://www.recantodasletras.com.br/poesiascomemorativas/4747797

quinta-feira, 27 de março de 2014

O circo...


Hoje comemora-se o Dia Nacional do Circo! Parabéns a todos esses artistas que, independente de distâncias e dificuldades de todos os tipos, dedicam suas vidas para que a arte do circo não morra! Em homenagem a isso, uma poesia minha de 2007:

O circo...

No circo do mundo
Imensa lona
Grande picadeiro
Eu
Marionete da vida
Me jogo
Sou jogado
Me apresento
Sou atirado
Escolho trajes
Escolho papéis
Escolho roteiro
Toda a vida
Todo dia
O dia inteiro
O que fui ontem?
O que sou hoje?
Malabarista
Pratos
Argolas
Equilíbrio
Não deixo a vida cair
Palhaço
Risos
Caretas
Sorrisos pagos
Cara pintada
Calça folgada
Alma perturbada
Passo o pé na tristeza
Domador
Chicote
Botas
Cadeira
Domesticando decepções
Chicoteando situações
Aquietando depressões
Trapezista
Voando
Saltando
Flutuando
Sem rede
Sem asas
Sem proteção
Mas
Por que?
Quem manda?
Quem ordena?
Estar a mostra
Estar no centro
No holofote
No picadeiro
Penso
Reflito
Busco
Insisto
Ser nesta farra da vida
Apenas
E tão somente
O pipoqueiro...

16/02/2007
17h 22min

terça-feira, 11 de março de 2014

sexta-feira, 7 de março de 2014

Dormência...


Entre os outrora
Acordes errados
Olhares trocados
Mãos dadas
Momentos vividos
E os agora
Ombros dados
Acordos equivocados
Olhares desviados,
Sentimentos amortecidos...

06/03/2014
20h 02min

http://www.recantodasletras.com.br/pensamentos/4718339

domingo, 2 de março de 2014

Gaivota - Blindagem e Orquestra



Uma apresentação histórica da maior banda do rock paranaense, Blindagem, com a Orquestra Sinfônica do Paraná, no Teatro Guaíra, coração da cultura paranaense, em Curitiba no ano de 2007. Esta é uma homenagem ao grande vocalista, precocemente falecido, Ivo Rodrigues, gaúcho de Porto Alegre que vivia em Curitiba desde os três anos de idade. Eu costumava ver o Ivo todos os sábados pela manhã, no centro de Curitiba, nas minhas visitas às lojas de disco, onde eu comprava os meus LP's de rock. Nesta música, destaque também, para o grande solo de guitarra do mestre Paulo Teixeira! Esta é uma amostra da boa música do Paraná! Aproveitem...

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Idas e vindas...


Dois olhares,
um viver,
mesmo sentir...
Um existir
em livre chorar
ou em emoção contida.
Por vezes,
a leveza...
do sorriso.
Em outro pensar,
o peso
da despedida...

24/02/2014
15h 11min

http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4709280

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Cativo...

 

Ainda ouço o som
Da tua voz
A me sussurrar...
Impropérios,
Versos,
Despautérios...
E teus braços
Decididos
A me agarrar...
Sem querer
Que eu caia
De ti...
Sem deixar
Que eu saia
Do teu ter...
Sem deixar
Que eu não ouça
O teu falar...
Sem deixar
Que eu perca
O teu galopar...
Sem deixar
Que eu queira
Só um pouco
Bancar
Um pouco o louco
E decidir
Não te ter...

28/02/2010
02h 40min

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Son(h)eto...


Se eu mandasse
Nos meus sonhos
Eles teriam
Destino escolhido
Em todas
E em cada noite
Eles estariam contigo...

02/02/2014
00h 34min


http://www.recantodasletras.com.br/pensamentos/4675948

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O CAMINHANTE DA LUA...


Imagine um personagem, que nas décadas de 70 e 80 andava nas noites de verão pelas ruas de terra de uma pequena cidade do Sul do Brasil, embalado ao som da boa música orquestrada de Benny Goodman, por exemplo. Imagine que os passos desse personagem são conduzidos e embalados por essa música a ponto do mesmo ir caminhando absorto, acompanhado apenas por sua sombra, projetad...a no chão pelo luar. Além de sua música, percebe-se no ar apenas o som dos grilos e dos sapos. O chão é salpicado aqui e ali por persistentes lampejos de vaga-lumes.
Quem seria ele? Um herói romântico patrulhando a cidade em defesa de seus habitantes? Um velho músico aposentado relembrando as antigas melodias, as quais tocara em outras épocas? Nada disso! O personagem é um homem comum, trabalhador, pai de família. Após mais um dia de trabalho, ele chega em casa, conversa e janta com a esposa e os filhos. Após o jantar, senta-se acompanhado da família em uma cadeira na frente da casa, velho costume dos habitantes das cidades do interior. Enquanto cumprimenta um vizinho e outro que passa a pé pela rua, manuseia no colo um rádio transistorizado Philips. Após sintonizar outras estações de rádio A.M., a escolhida de todas as noites é impreterivelmente, a rádio Guaíba de Porto Alegre, a capital do estado.
De repente, as conversas cessam, as risadas silenciam e, vagarosamente, nosso personagem levanta. Com o rádio nas duas mãos, começa a caminhar até a esquina. Vira à direita e segue sempre em frente por oito, dez, doze quadras. Os passos são lentos, mas cadenciados. Não demonstram pressa, mas são compassados. Os dedos polegares passeiam aleatoriamente pelos botões de volume e de sintonia do rádio. Ora o volume é erguido para que a música agradável aos ouvidos seja melhor sentida, ora é feita uma sintonia fina, pois a emissora está "fugindo" do ouvido. O olhar acompanha o movimento de pedestres que passam, de cachorros nos quintais e de gatos nos muros. Por vezes, se fixa no céu. Conta estrelas, mira o luar. Quantas estrelas cadentes ele já teria visto? Pelas pouco iluminadas, porém ainda seguras ruas, ele continua o seu caminho até parar às margens da imensa, bela e majestosa Lagoa dos Patos. Lá, senta-se e fica a admirar as ondas quebrando na praia, ouvindo as folhas dos plátanos caindo e por vezes distraindo-se com os poucos automóveis que por ali passavam. A lua é insistentemente refletida na imensidão das águas. Entre uma música e outra, surge a voz clara e ritmada do locutor de plantão na distante Porto Alegre. Aí, como por encanto, o nosso personagem acorda com os olhos já abertos, percebe onde se encontra e sente como é bom estar ali. A rua tranquila, a noite quente, a luz do luar, o brilho das estrelas e a boa música o haviam trazido até ali. Era, ao mesmo tempo, um simples passeio de cidade de interior e algo mágico! Sim, ele havia sido conduzido até aquele lugar encantado, guiado pela música. Seus pensamentos eram conduzidos de tal forma a fazer essa pequena e mágica viagem, praticamente sem perceber.
Eu era pequeno, mas em conversas com nosso personagem, me foi confidenciado que era assim que acontecia. Magia? Vontade de pensar na vida? Fuga do mundo real por uma ou duas horas? Não sei. Só sei que a história, para mim, é bonita. Afinal, eu a presenciei. Uma, algumas, várias vezes. O cenário? São Lourenço do Sul. O personagem? Era meu pai! Em sua simplicidade, era alguém que amava a sua família, adorava a sua cidade e se encantava com a sua Lagoa dos Patos e com a boa música que vinha pelas ondas do rádio, através da escuridão. Bons tempos aqueles! Belas sensações! Belas lembranças! Que saudades!

Jefferson Dieckmann – Curitiba - Paraná
 

domingo, 26 de janeiro de 2014

sábado, 18 de janeiro de 2014

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Calendário...


Hoje é o dia
Arranque a última folha
Olhe para o céu
Se despeça de 2013
O lançando
Em um avião de papel...

31/01/2013
00h 03min



http://www.recantodasletras.com.br/pensamentos/4631632

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Uma noite de paz...



Que nessa noite feliz
A estrela possa guiar
Passos, corações
Sorrisos, orações
Caminhos rumo a luz
Em volta das mesas
Ao redor do mundo
Do gelo dos pólos
Às ruas européias
Das savanas africanas
Às ilhas dos Açores
Unindo povos
Aproximando irmãos
Restaurando amores
Amparados na manjedoura
Abrigo pobre e terreno
Do nosso menino Jesus...

Feliz Natal!

24/12/2013
23h 32min



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Sabor...


                                                               *****

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Níquel...


O ímpeto do fazer e o conscientizar do arrepender são faces da mesma moeda, cunhadas em tempos diferentes...

16/12/2013
00h 47min

http://www.recantodasletras.com.br/pensamentos/4613550

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Nuances...


Desprezo, afeto
Ódio, carinho
Frio, calor
Componentes presentes
Nos dias da vida
Nas noites da alma
Nas trocas de amor...

12/12/2013
11h 34min
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4608948

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

domingo, 24 de novembro de 2013

U2 - Ordinary Love (From Mandela OST) Lyric Video



                                                                *****

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A saga de Hermann e Sybilla...


A história se faz longa. O tempo passou... O que se contará aqui é a saga de um ainda jovem casal que, disposto a tentar uma nova vida, decidiu atravessar o oceano e ir de encontro ao desconhecido. Suas armas? Coragem e muita vontade de vencer! Talvez por necessidade, talvez por falta de oportunidades, talvez por esperança de encontrar novos caminhos, Hermann e Sybilla Dieckmann arrumaram os pertences disponíveis e tomaram a corajosa decisão de deixar a sua pátria, a Alemanha, e partir rumo ao Brasil.

O ano era 1871 e o Brasil era um país a ser desbravado e com muita terra fértil a ser cultivada. Quanto tempo de viagem? Quanto tempo passado dentro do navio? Quantos dias e quantas noites de espera? Sem dúvidas, muito tempo, muito desconforto, mas acima de tudo, muita esperança nos olhos. Quis o destino que o casal se estabelecesse em São Lourenço do Sul, Rio Grande do Sul, ao Sul da nova pátria. Foram então, adquiridos lotes de terra na Picada Quevedos e na Picada São Benedito. Pronto! Estava assegurado o pedaço de chão a ser cultivado e que seria o local para criar os filhos... Sim, os filhos... Afinal, eles estavam vindo. Alguns já vindos no navio da Alemanha e os seus irmãos e irmãs que estavam nascendo em solo brasileiro.

Eis que ali estavam Ana, Antônio Henrique, Amália, Júlio, Geraldo, Paulina, Guilherme, Elisa, Maria e Germano...  A família ficou maior, houveram mais braços para trabalhar a terra, mais bocas para alimentar, mas também mais esperanças de dias melhores! E a vida em solo brasileiro seguiu o seu rumo. Os filhos e filhas de Hermann e Sybilla se tornaram adultos, casaram-se, tornaram-se pais, mães, avós, bisavós, e a vida seguiu a passos largos....

O resultado dessa história? Olhemos para os lados agora, e encontraremos nos olhos uns dos outros, um pouco das ondas que sacudiram àquele navio vindo da Alemanha, um pouco da poeira das estradas de terra do nosso interior, um pouco das chuvas que proporcionaram fartas colheitas e um pouco das lágrimas que lavaram os rostos de nossos antepassados. Fossem elas, lágrimas de alegria, de dor, de tristeza ou de saudades da terra natal. Nós somos o resultado das sementes jogadas no solo lourenciano e cultivadas por nossos ancestrais. E a vida, assim seguirá o seu rumo...  Novas gerações virão por aí! Sejam todos bem vindos ao Segundo Encontro da Família Dieckmann!

07/01/2010
01h 57min

 * Texto escrito para ilustrar o filme feito para o 2º Encontro da Família Dieckmann, realizado no dia 09/01/2010 na Fazenda do Sobrado, em São Lourenço do Sul- RS, que pode ser visto aqui:





...


Mentira é aquela verdade semianalfabeta...!

*****

domingo, 10 de novembro de 2013

Afonia...


Tentei fazer versos
Mas não consegui
Na falta de palavras
Os pensamentos
Embora mudos
Persistem
E, insistentes
Falam por si... 

10/11/2013
12h 07min
 
 
 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Pensamento...


Cada dia em nossas vidas, pode ser relembrado através das linhas de uma página da nossa obra do viver. Uns seriam belos contos, outros boas crônicas. Alguns, ainda, se tornariam eficientes artigos. Que tal fazer do hoje uma poesia?


23/10/2013
11h 27min           

http://www.recantodasletras.com.br/pensamentos/4538285

domingo, 20 de outubro de 2013

20 de outubro - Dia do poeta


“Acho que o poeta, antes de tudo, tem uma alma que precisa falar...”
 20 de outubro – Dia do poeta

Parabéns a todos!!!!
 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Saudade...


Ora
Grande
Ora
Pequena
Se ruim
Convém
Esquecê-la
Se boa
Relembrar
Vale a pena...

11/10/2013
14h 50min